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Backpack
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Atualmente, o Projeto pode estar em estágios preliminares (Seed, Venda Privada, Pré-venda, ICO). As informações fornecidas abaixo podem estar imprecisas (Beta) e sendo atualizadas.
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O que é a Backpack Exchange?
A Backpack Exchange é uma exchange centralizada de criptomoedas fortemente integrada à wallet self-custody Backpack e ao ecossistema de NFTs da Solana. Ela combina negociação spot e de derivativos com recursos nativos de carteira, como xNFTs, posicionando-se como algo além de uma exchange tradicional. Desde o início, o projeto tem foco em conformidade regulatória e na construção de uma plataforma globalmente licenciada, profundamente conectada ao ecossistema Solana.
A Backpack Exchange tem um token próprio?
Ainda não. Em outubro de 2025, a Backpack opera como uma exchange centralizada sem token nativo. Diferente do BNB da Binance ou do OKB da OKX, não existe token utilitário ou de governança em circulação. Usuários especulam sobre um possível token “BACK” ligado aos pontos sazonais, mas a equipe não anunciou supply, vesting ou planos de distribuição.
O que está acontecendo com os programas de pontos da Backpack?
É comum se perguntar por que tanta gente está “farmando pontos”. A Backpack já realizou três temporadas, com a Temporada 3 ativa de 11 de setembro de 2025 a 20 de novembro de 2025. Os usuários ganham pontos por meio de spot, futuros, lending e quests. Drops semanais distribuem recompensas, com rankings que vão de Bronze até Challenger. Conectar um NFT Mad Lad concede status VIP automático nas taxas. Vale ressaltar: os pontos podem nunca se converter em tokens, já que nenhum airdrop foi confirmado.
Como a Backpack foi financiada e quem investiu?
A Backpack levantou US$ 20 milhões em uma Strategic Round (setembro de 2022), liderada pela Jump Crypto e Multicoin, com participação da FTX Ventures, K5 Global e Anagram Crypto. Em fevereiro de 2024, veio uma Series A de US$ 17 milhões, liderada pela Placeholder, com Amber Group, Wintermute, Selini Capital e Robot Ventures. No total, o financiamento soma US$ 37 milhões, destinados a licenças regulatórias, crescimento do produto e expansão global.
Sem token, qual é o modelo de negócio atual?
É simples: taxas de negociação. A Backpack gera receita operando uma exchange regulada, oferecendo mercados spot, futuros e campanhas com tokens parceiros. Nesse sentido, funciona como a Coinbase — monetiza sem emitir uma moeda própria. Recompensas sazonais, programas VIP ligados a NFTs e rebates de indicação (atualmente 30%, caindo para 20% em março de 2025) aumentam o engajamento, mas não substituem a receita baseada em taxas.
Quais tokens e pares de negociação estão disponíveis?
A exchange lista mais de 69 pares. Entre os principais estão BTC/USDC, ETH/USDC, SOL/USDC e USDT/USDC. No lado mais descontraído, memecoins como WIF e BONK têm negociação ativa. Derivativos também estão disponíveis: mais de 35 contratos perpétuos com margem em USD. A Backpack construiu uma posição forte no ecossistema Solana, mantendo exposição multi-chain.
Qual é a ligação da Backpack com NFTs e xNFTs?
Em resumo: a Backpack não é apenas uma exchange. Ela também opera uma wallet self-custody com uma tecnologia única — xNFTs, ou NFTs executáveis. Eles funcionam como mini-aplicativos dentro da carteira. O Mad Lads, seu drop principal de NFTs, tornou-se a maior coleção da Solana por valor de mercado. Esse modelo duplo (wallet + exchange) é o que diferencia a Backpack das exchanges cripto tradicionais.
Como a Backpack se compara a exchanges maiores?
A concorrência é intensa. Binance e Coinbase dominam com alta liquidez e licenças globais. A Backpack ocupa algo em torno da posição #17 em volume, com cerca de US$ 121 milhões em volume diário. É menor, mas se diferencia pela integração com a wallet, pela dominância em NFTs na Solana e pelos avanços regulatórios iniciais. Para muitos usuários, essa combinação parece mais segura e inovadora.
Quais são os principais marcos regulatórios até agora?
A Backpack obteve licença VASP em Dubai, aprovações no Japão e acesso ao mercado da UE por meio do Chipre. O próximo passo são licenças estaduais nos EUA. A expansão regulatória é central para o roadmap — sem ela, o crescimento global ficaria limitado. Como toda exchange centralizada, porém, a Backpack está sujeita a mudanças nas regras de compliance.
Quais riscos os usuários devem conhecer?
Toda exchange envolve riscos, e a Backpack não é exceção. Há riscos técnicos ligados à wallet de ponta e ao design de xNFTs. Riscos de mercado vêm da forte exposição à Solana. Existe também o risco de especulação com token: se um token nunca for lançado, quem “farma pontos” pode se frustrar. Por fim, como CEX, há risco de custódia — mesmo com proof-of-reserves e computação multipartidária em vigor.
O que está no roadmap da Backpack?
A equipe está focada em três frentes: expansão nos EUA, aprimoramento dos recursos de xNFT e aumento de liquidez. Campanhas comunitárias — pontos, indicações e benefícios VIP vinculados a NFTs — continuarão para manter o engajamento. Se um token fará parte desse roadmap ainda é uma incógnita, mas, por enquanto, produto e conformidade regulatória são a prioridade.
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